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A cidade, nós e a hospitalidade
Autor: Lucio Grinover Categoria: Geografia Urbana, Planejamento de cidades, Planejamento Urbano Editora: Fundação Universidade de Caxias do Sul Publicado: 2017 ISBN: Página: 199 País: Brasil Linguagem: Português Dimensão: Tamanho: Baixar
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O livro A cidade, nós e a Hospitalidade foi escrito pelo Arquiteto e pós-doutor Lucio Grinover e foi publicado pela Editora da Universidade de Caxias do Sul (EDUCS) em 2021.  Tendo ao todo 199 páginas, o texto foi desenvolvido a partir da reunião de diversos textos, alguns já publicados pela Editora Aleph, enquanto outros ainda não inéditos.

Na introdução, o autor procura esclarecer a sua ideia de que a hospitalidade é signo de civilização e humanidade.  Essa hospitalidade foi instrumentalizada e deu lugar ao dinheiro. Se antes encontrava-se alojamento e comida gratuitamente, hoje tais ações foram modificadas por uma troca mediatizada.

Este trabalho complementa um trabalho anterior desenvolvimento pelo autor em seu primeiro livro chamado A hospitalidade, a cidade e o turismo de nossa autoria, editado em 2007 pela Editora Aleph, de São Paulo. Este trabalho focou no desenvolvimento sustentável e teve como base o clássico livro “Nosso futuro comum”, elaborado pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, pertencente a Organização das Nações Unidas (ONU), em 1987.

As reflexões propostas neste livro pretendem ampliar os estudos sobre o lugar e o território, contribuindo a partir da inclusão de novos elementos na discussão da ética, da urbanidade e da cidadania. Além disso, propõem-se analisar os novos valores de pertencimento, onde fundamenta-se tais propostas a partir do resgate da história da cidade e do urbano.

A busca pelo entendimento sobre o lugar e o território se assenta em uma sociedade urbanizada que possui características distintas das sociedades anteriores. Essa nova sociedade vive em um tipo novo de mundo. Um mundo globalizado e com intensos processos de transformação urbana caracterizada por uma economia de consumo que privilegia os habitantes da cidade que possuam práticas comportamentais de natureza consumista, típicas de hábitats de cidades e aglomerados urbanos.

As novas cidades são repletas de lugares qualificados, ou seja, espaços percebidos pela população por motivar experiências humanas. São lugares transformados ou ambientes construídos pelo ser humano.

 

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